Ativo imaterial e força intelectual

Enviado por Werno Herckert


  1. Introdução
  2. Influência intelectual leva à eficácia ou ineficácia patrimonial
  3. Influência intelectual endógena
  4. Mensuração dos intangíveis
  5. Intelectual e o movimento
  6. Influência do intelectual sobre o fenômeno patrimonial
  7. A dinâmica do meio patrimonial por influência intelectual
  8. Bibliografia

INTRODUÇÃO

Alguns assuntos tornam-se, ultimamente, relevantes nas publicações contábeis dedicadas à gestão patrimonial, tais como os relativos à globalização, mudanças rápidas da tecnologia, informática, telemática, educação continuada, maximização da satisfação do cliente, tudo volvido a um aperfeiçoamento da qualidade, envolvendo, inclusive e relevantemente, fatores imateriais.

Embora tais assuntos não sejam de todo novidade, alguns aspectos evolutivos ocorrem quanto à quantificação de elementos, antes apenas acenado e agora enfocado com mais objetividade. Valores não mensurados nos Balanços tradicionais, evidenciam a necessidade de destacar com maior objetividade a existência de uma riqueza intelectual, despertando maior preocupação aos estudiosos e encontrando um tratamento científico de rara qualidade na corrente neopatrimonialista.

Cresce o interesse em quantificar os agentes da transformação da riqueza e, também, o de conhecer a influência desse na dinâmica do capital, inclusive em que limites essa influência se opera, em face do que deveras afeta as situações de eficácia ou ineficácia.

INFLUÊNCIA INTELECTUAL LEVA À EFICÁCIA OU INEFICÁCIA PATRIMONIAL

A capacidade intelectual leva ao aumento do patrimônio. A incapacidade intelectual leva à estagnação patrimonial e até à falência da empresa.

Para ilustrar estas duas afirmações vejamos duas realidades:

lo. A empresa A iniciou-se pequena. Em virtude da capacidade intelectual, conhecimento, competência e experiência do empresário a mesma foi tendo eficácia patrimonial e com o passar dos anos foi prosperando e influenciando o mercado onde a mesma estava inserida.

O crescimento da empresa resultou não só na sua prosperidade, mas, também naquela da comunidade global, pois ocorreu um incremento na exportação de máquinas, quer no mercado interno, quer externo.

2o. Caso: A empresa B iniciou-se pequena e pequena ficou. Em virtude da incapacidade intelectual, falta de criatividade, falta de conhecimento gerencial do proprietário a mesma não prosperou.

Analisando os dois exemplos, concluímos que a primeira empresa prosperou, pela eficácia intelectiva de sua direção enquanto que a segunda não o fez pela ineficácia intelectiva de seu dirigente. O fator intelectual foi importante e fundamental no l. caso. Influenciou o patrimônio e este teve eficácia. Assim como o valor intelectual pode produzir riqueza a riqueza pode produzir captação de valor intelectual. O fator intelectual pode criar tanto eficácia quanto ineficácia patrimonial.

Existe uma inequívoca relação entre o valor intelectual (este como agente) e o meio patrimonial.

O que importa, nesta relação, é o conhecimento dos limites de natureza lógica, ou seja até que ponto cada agente tem condições de exercer a sua preponderância.

Ainda, sobre o primeiro caso, constata-se que a empresa por ter capital humano de conhecimento, competência e experiência desenvolveu o capital estrutural e o capital cliente. Houve portanto uma influência positiva por parte do valor intelectual no interior da empresa.


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